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domingo, 31 de outubro de 2010

Tiscoski e a campanha por não abandone seu bicho de estimação

A Tiscoski Agroshop também apoia iniciativas educativas para evitar o abandono de animais de estimação. Confira comentário de Luiz Carlos Prates sobre o tema, exibido pela RBS TV, Jornal do Almoço:

Florianópolis tem projeto Cão Terapia especial de Halloween

Doces ou travessuras? O clima de Halloween tomou conta do projeto Cão Terapia na tarde deste sábado, 30 de outubro, no Centro de Controle de Zoonoses no Itacorubi. Com decoração temática, a edição do Dia das Bruxas do projeto tem o objetivo de estimular a adoção dos animais de estimação à espera de um dono.

Para entreter e divertir os bichinhos foram distribuídos petiscos para compensar as travessuras dos pets.

Fonte: Hagah Casa e Jardim

sábado, 30 de outubro de 2010

Matéria publicada no Portal Clic A Tribuna sobre flores no Dia de Finados

Acompanhe matéria publicada sobre procura de flores no Dia de Finados, com a participação do gerente da Tiscoski, Jaison Velho:

Floriculturas, supermercados e até bancas próximas a cemitérios já registram aumento no número de vendas de flores para o Dia de Finados. Em alguns lugares, o faturamento chega a duplicar nesta época do ano. Os valores variam de uma flor para outra.

“Devemos ter uma melhora de 50% em relação ao ano passado. Com as eleições, muitas pessoas vão acabar deixando de viajar neste feriado”, comemora o gerente da Tiscoski Agroshop, Jaison Velho.

Para a proprietária de uma floricultura no Criciúma Shopping, Solimar Espíndola, a expectativa de vendas é grande. “Acredito que esta seja a data que vendemos mais flores, até mais do que no Dia das Mães”, informa Solimar.

A data que costumeiramente mais vende flores é a véspera do feriado. Entre as espécies, a mais procurada é o crisântemo, porém flores como lírios, gérberas e begônias também costumam ser levadas aos túmulos.

A média de preço das embalagens (com aproximadamente 15 flores) depende da espécie. Uma embalagem de crisântemo custa R$ 15. Já uma de begônia custa R$ 30, enquanto o crisântemo bola tem a embalagem com valor de R$ 50.

Matéria produzida por Richard de Luca

Circuito PET: Bull Mastiff sem dono no São Luiz

A cachorrinha da foto, semelhante à raça Bull Mastiff, foi encontrada nessa sexta-feira no bairro São Luiz.

Bem cuidada e com uma coleira rosa, deve ter se perdido.

O dono pode resgatá-la pelos fones 4102 2665, 9973 6883 e 9926 3199 (Sara).

Fonte: Portal Engeplus

domingo, 24 de outubro de 2010

Incentivo a criação de áreas verdes nos empreendimentos

jardim cobertura apartamento 300x227 Incentivo a criação de áreas verdes nos empreendimentos Telhados verdes nas coberturas de edificios (Foto: Divulgação)

Rio de Janeiro – Com a chegada do verão de calor escaldante, a visão de um Rio de Janeiro repleto de telhados verdes assemelharia-se ao paraíso. De fato, as vantagens são muitas. Além de aumentar a cobertura vegetal nos grandes centros urbanos, deixando o ar mais puro, esses jardins suspensos proporcionam um conforto térmico que reduz os gastos com a refrigeração do ambiente. De quebra, as plantas e a terra funcionam como uma espécie de filtro natural da água da chuva, que poderia ser captada e armazenada para uso em chuveiros, pias e vasos sanitários e na irrigação dos jardins, por exemplo.

No Rio, a Secretaria municipal de Meio Ambiente iniciou, ano passado, um projeto-piloto de instalação de telhados verdes no Morro Dona Marta, em Botafogo. A ideia, no entanto, ainda não emplacou. Mas, de acordo com o órgão, o assunto será retomado em breve. Enquanto isso, São Paulo sai na frente. Um projeto de lei (115/2009) determina que os novos condomínios com mais de três unidades agrupadas verticalmente deverão implantar um telhado verde. Não há, no entanto, incentivo financeiro.

Fonte: Síndico na TV

Cuide de seu animal de estimação idoso com as dicas da Tiscoski

A terceira idade ficou mais longa também para os bichos de estimação. Com os avanços da medicina veterinária e a proliferação de especializações da carreira – oncologistas, endócrinos, dentistas, oftalmologistas, homeopatas –, ficou mais fácil dar qualidade de vida aos pets idosos.
“A gerontologia e a geriatria são algumas das áreas veterinárias com maior crescimento nos últimos anos”, diz Ricardo Duarte, coordenador científico do HOVET Pompeia. “Hoje em dia, detectar uma doença grave não significa mais uma sentença de morte para o animal.”

Mas, afinal, quando eles ficam idosos? “A entrada do cão na velhice é determinada por seu porte”, diz Marcelo Quinzani, diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care. “Os de raças maiores têm o metabolismo mais acelerado e chegam à terceira idade com 8 anos. Os menores envelhecem mais devagar e são considerados idosos com 10 anos.” Segundo Quinzani, entre os gatos não há diferença, todos ficam idosos aos 8 anos. O diretor calcula que, atualmente, a expectativa de vida de cães grandes é de 10 a 12 anos e de pequenos e médios de 13 a 18 anos. Felinos vivem de 18 a 20 anos. Ou seja: gatos passam mais da metade da vida na terceira idade.

Aumento da expectativa de vida é sinônimo de doenças da velhice (veja quadro abaixo). A boa notícia é que exames e tratamentos para bichos estão mais sofisticados. Porém, exigem do dono uma boa saúde financeira. No Hospital Veterinário Sena Madureira, há tomografia computadorizada para investigar tumores (a partir de R$ 850), hemodiálise para bichos com insuficiência renal (R$ 700 por sessão), entre outros.

De olho nesse mercado, são criados pacotes de check-up promocionais e planos de saúde por acúmulo de pontos. “O empenho dos donos, e não só os de alto poder aquisitivo, é decisivo para o aumento da sobrevida dos pets”, diz Vivianne Imagawa, veterinária geriatra do Sena Madureira.



Doenças que seu pet pode ter


Câncer: É comum depois dos 7 anos. Há predisposição racial. Tumores em rottweiler, fila-brasileiro, bullmastif e mastin-napolitano. Linfomas atingem boxers, golden retrievers e são-bernardos.


Felinos: Os tumores mais comuns entre gatos são carcinomas de pele em felinos despigmentados e linfomas.

Catarata: Acontece após os 6 anos em raças pequenas de cães, como poodle, schnauzer e maltês. É raro em gatos.

Colesterol alto: Ocorre em cães obesos e com problema de tireoide. Os schnauzers têm grande predisposição. Não é comum em gatos.

Diabetes: É relativamente comum em ambas as espécies, especialmente fêmeas de raças pequenas.

Insuficiência renal: Ocorre em cães, depois de 10 anos, em todas as raças e tamanhos. Atinge muitos cockers e poodles. Alta incidência em gatos persas e de pelo longo.

Cardiopatias: Comuns em gatos persas e em cães como poodle, yorkshire, cocker e pincher.

Obesidade: Ocorre em cães com alimentação inadequada e falta de exercício físico. Raças com propensão: beagle, labrador, cocker, dachshund e collie. Nos gatos, há maior incidência em raças de pelo curto.

Costas: Problemas na coluna, hérnia de disco e calcificação são comuns em dachshund, pequinês, beagle, poodle, cocker, shitzu, lhasa apso. Bicos de papagaio acometem pastor-alemão, dog-alemão e são-bernardo. O doberman tem predisposição a alterações no final da coluna e os menores no início.



Como cuidar de seu velhinho

Rotina
Atenção redobrada em passeios e locais com escada, já que a massa muscular diminui, o pulmão fica mais fraco e as articulações se desgastam. Podem acontecer deficiências na visão e na audição.

Dieta
“Com o passar dos anos, diminuem o metabolismo, a massa muscular e a necessidade energética do animal. Isso favorece o ganho de peso”, diz Marcelo Quinzani, do Pet Care. Reveja a dieta do bicho e reduza porções. Há rações para cada fase da vida.

De olho nos dentes
Segundo pesquisa do Pet Care, 87% dos cães com 3 anos já têm doença periodontal, principalmente yorkshire, schnauzer e poodle.

Check-up anual
A partir dos 6 anos. Detecta câncer ou doenças renais e cardíacas em estágio precoce.

Exames fundamentais
Hemograma completo, com contagem de plaquetas, função renal e função hepática, além de fezes, urina e exame de mama ou testículo e próstata.

Fonte: SOS Adoção

Exposição "Jardins Imobiliários" na Fundação Cultural de Criciúma

A exposição de Mariana Longo - Jardins Imobiliários - inicia nesta sexta-feira (8), às 20 horas. As obras ficarão expostas na galeria de arte contemporânea, na Fundação Cultural de Criciúma (FCC).

Partes de mobiliários e objetos domésticos compõem com montes de terra escura, lugares para abrigar desenhos delicados de plantas, folhagens e raízes, formando um jardim construído como uma fábula, que invade e perpassa pesadas estruturas de madeira nessa história inventada.

O móvel velho e escuro carrega o peso da memória, evocando lembranças e certa estabilidade. Funcionando como um receptáculo, contêm a terra, material de germinação e nascimento, e as raízes desenhadas, linhas que crescem como veias de um corpo em silêncio.
Na exposição cada trabalho apresentado faz parte de toda essa narrativa, onde os suportes para os desenhos variam de maneira, a causar um olhar de estranhamento para imagens que seriam corriqueiras em outro universo, senão fossem aqui deslocadas para o espaço expositivo e preenchidas com terra, os lugares do vazio.

Mariana Longo é artista plástica e arte-educadora. Licenciada em Artes Plásticas pela Universidade de São Paulo e Especialista em Linguagens da Arte pelo Centro Universitário Mariantonia da mesma universidade. Já atuou em diferentes instituições como a Fundação Bienal de São Paulo, Museu de Arte Moderna de São Paulo e Centro Cultural Banco do Brasil. Atualmente trabalha com ensino de arte para crianças e adolescentes, na educação formal. Participou de várias exposições: Salão SESC Fundarte (Montenegro/RS) em 2009, com o título de Menção Honrosa, Museu de Arte de Ribeirão Preto (SP/ 2009), Bienal de Artes Visuais de Santos, em 2008, entre outros. Usando diferentes linguagens artísticas, a artista pesquisa temas ligados à visualidade do universo doméstico e o corpo neste espaço. A exposição vai até 29 de outubro.

Fonte: Fundação Cultural de Criciúma