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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Fornecedora mundial de pet shop premia Tiscoski


A Royal Canin, uma das líderes mundiais na produção de alimentos para cães e gatos, premiou na última semana a Tiscoski Agroshop de Criciúma. A equipe da Tiscoski vai viajar para Goiás, por ter obtido o maior crescimento em vendas de todo o país, atrás apenas de um concorrente de São Paulo. Em Santa Catarina, a agropecuária é líder na comercialização dos produtos que são vendidos especificamente em clínicas veterinárias e pet shops.

domingo, 28 de novembro de 2010

Pesquisa confirma: os cães sabem rir!

Sons de risadas foram observados enquanto os animais brincavam com seus donos
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Risada de cães é contagiante e reduz o estresse de outros animais

Muitos donos de totós já sabiam do fato, mas agora, o caso tem confirmação científica: cães podem dar risadas. Um dos primeiros estudiosos a defender a tese foi o ganhador do Prêmio Nobel de fisiologia de 1973, Konrad Lorenz. O cientista observou que quando convidava seus cachorros para brincar, eles abriam as mandíbulas, mostravam a língua e abriam a boca "quase de orelha a orelha". Tudo isso seguido de um som produzido pela respiração rápida que se assemelhava a "hah, huh hah".

Outra pesquisadora que reforça a tese de Lorenz é Patricia Simonet, da Sierra Nevada College. Sua pesquisa comprova os benefícios da risada de cães em animais de abrigos e foi divulgada durante a 7ª Conferência Internacional de Aprimoramento do Meio Ambiente. Para defender sua tese, a estudiosa gravou com sua equipe o som dos cachorros rindo enquanto brincavam em um parque e testou o efeito da gravação em 15 filhotes.

A mesma gravação também foi utilizada em animais que vivem em abrigos e o resultado foi imediato e contagiante em ambos os casos: os bichinhos se identificaram com a felicidade ouvida e automaticamente ficaram mais alegres. A longo prazo, os animais também deixaram de dar sinais de estresse, ansiedade e mau humor ao ouvirem as risadas de seus colegas de quatro patas.

O professor de psicologia Stanley Coren, parceiro de Patricia na pesquisa, também revelou suas conclusões sobre o estudo. O britânico testou o experimento com seus próprios cães. Quando eles ouviram sons semelhantes a “hah huh hah”, gravados anteriormente, o psicólogo percebeu que os cães levantaram imediatamente e passavam a abanar o rabo animados, ou se aproximavam dos donos.

Fonte: Petmag

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Cachorros de raça podem apresentar problemas genéticos

Na busca por cães esteticamente perfeitos para competições, criadores de cachorros de raça realizaram, por muito tempo, cruzamentos entre animais com grau de parentesco muito próximo. Essa mistura, porém, pela proximidade familiar dos animais em questão, causa uma série de problemas genéticos em determinadas raças.

A prática é considera comum entre os criadores de animais para competição, para manter o padrão estético considerado puro pelos juízes. Uma das raças mais famosas, os poodles também são vítimas de problemas genéticos. Doenças endócrinas de todos os tipos, tumores de mama, epilepsia e hidrocefalia – no caso do tipo toy.

– Como no próprio processo de criação das raças, no qual é muito comum a endogamia, em que se cruza animais com graus de parentescos próximos, ocasionando uma maior freqüência de distúrbios genéticos – afirma o veterinário Ricardo Araújo.

É o caso dos boxers, por exemplo, que não raramente apresentam problemas cardíacos, câncer e epilepsia. Os dóceis e meigos Cavalier King Charles Spaniel, outra raça com problemas genéticos, sofrem de uma doença no sistema nervoso chamada Siringomielia, em que o cérebro cresce mais que o crânio, causando uma dor de cabeça muito forte – que muitas vezes levam ao sacrifício do bichinho.

Os cruzamentos entre parentes é tamanho que na Inglaterra, segundo dados de uma pesquisa do Imperial College divulgada pela BBC, os cerca de 10 mil animais da raça Pug são de uma linhagem de apenas 50 cachorros. O focinho achatado, característica da raça reforçada por esses cruzamentos, atrapalha a respiração dos animais.

– Cães braquicefálicos, com o focinho achatado, como o pug, o shih tzu e o bulldog apresentam certa dificuldade respiratória. – afirma o veterinário.

Antes de comprar um animal, é recomendável consultar um veterinário para verificar se a raça escolhida tem alguma doença genética, a fim de evitar futuros problemas.

– Novamente saliento a importância de se pesquisar a fundo cada raça e suas características – ressalta Ricardo Araújo.