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domingo, 13 de março de 2011
Cachorro desaparece em voo de Porto Alegre para o Espírito Santo
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Vira Lata Fashion Week - Aqui todo vira lata é uma estrela
Maiores informações: contato@uniaolibertariaanimal.com
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Ensine o bicho a fazer as necessidades fisiológicas no lugar certo
- Nesses casos, o melhor a fazer é ignorar! Não brigue por que ele errou. Quando ele fizer no lugar certo, dê um biscoitinho, faça carinho, agrade-o. Assim, ele vai associar o fato de fazer as necessidades no lugar certo ao carinho do dono.
Veja algumas dicas de Luciana para não se deparar com uma surpresinha indesejada (e mal-cheirosa) feita pelo seu pet:
- Faça o banheiro do pet longe da cama e do lugar onde ele come.
- Comece os ensinamentos desde quando o cão chega em casa. Cães adultos são mais difíceis de educar e precisam de mais paciência também.
- Quando o cão fizer as necessidades no lugar certo, o dono deve chamar o pet no lugar e agradá-lo de alguma maneira; dar um biscoito ou fazer carinho. Essa tática funciona melhor do que brigar quando ele faz em lugar errado.
- O dono deve ignorar o cocô e o xixi fora do lugar e limpar sem o bicho ver. Depois, faça daquela área um local de lazer. Muitos pets fazem as necessidades fora do lugar por pirraça ou vingança e Luciana afirma que a melhor maneira de lidar com isso é ignorando o ato.
- Depois de limpar o local, coloque um petisco em cima. Isso é um exercício diário, vale para tirar o hábito do xixi e cocô no lugar errado.
- De manhã, mostre o lugar certo para fazer as necessidades.
Fonte: R7
Como construir o canil ideal?
Quando pensamos em construir um canil, devemos considerar além do espaço físico, o isolamento, a ventilação, a limpeza e manejo. Sempre que possível, a construção no sentido leste-oeste é a mais indicada. Desta forma o sol incidirá metade do dia na área coberta do canil e a outra metade no solário ou “quintal”. Assim o animal poderá permanecer parte do dia na área externa protegido, à sombra.
A área externa, ou solário, deve ser feita de alambrado ou grades. Estes materiais permitirão uma melhor ventilação e o cão poderá ver o que acontece ao redor e “distrair” sua mente.
O piso deve ser ligeiramente áspero para não escorregar, principalmente quando estiver molhado, mas nem tanto a ponto de reter sujeira. O cimento queimado é um bom exemplo a ser utilizado. O animal passará a maior parte do tempo nessa área, e o piso certo evitará complicações, como problemas articulares e displasias.
Na área interna, piso frio e azulejos nas paredes facilitarão a limpeza e o controle de parasitas. O pé direito da cobertura com altura de 2 (dois) metros acima, permitirá um maior conforto térmico e facilidade no manejo. Uma torneira e dois ralos (interno e externo) serão bastantes úteis na hora da limpeza.
A porta deverá ser feita com material resistente para o animal não danificá-la facilmente. Madeira maciça é recomendada, pois, além de resistente abafa sons. A portinhola interna, em sistema de guilhotina, permitirá que o cão fique fechado no lado de fora enquanto o interior do canil esta sendo limpo, e vice-versa. Esse sistema de abre-fecha com cabo e roldanas, nos permite fechar o animal em um ou outro compartimento, mesmo estando fora do canil. Isso também é muito útil para cães bravos, pois qualquer pessoa poderá tratar (oferecer água e comida) e limpar o canil.
A água e a comida colocadas na parte coberta estarão protegidas da chuva e sol e incentivarão instintivamente o animal a ‘sujar’ a área externa, que após a limpeza secará rapidamente pela ação do sol e vento.
Os cães, quando maduros suficientes para controlar os esfíncteres de bexiga e intestino, são animais higiênicos e preferem manter o local onde dormem e se alimentam sempre limpos. Por fim, uma muda de Neen indiano, plantado do lado oeste do canil, proporcionará frescor no período da tarde, alem de ação repelente contra insetos. Touceiras de citronela, plantadas ao redor do canil intensificarão a ação repelente.
Fonte: PET Notícias
Brasil tem cerca de 60 cães-guia para 1,4 milhão de cegos, segundo ONGs
“Minha vida se divide em dois momentos, antes e depois da Mits. Com ela, o mundo cresceu. Tive um ganho de autonomia e de locomoção que não dá para comparar com o que tinha antes”, afirma Campos.
Uma das maiores vantagens do cão-guia em relação à bengala, segundo Campos, é a possibilidade de desviar de objetos acima do chão. “Com a bengala, você tem domínio de 1,5 metro à frente e não detecta um orelhão ou um galho de árvore. Já a Mits me protege de todos os riscos, não bato a cabeça nas coisas”, diz.
Em troca da proteção, Campos também faz sua parte e zela por Mits. Para que trabalhe perfeitamente, ela precisa seguir a rotina rígida, receber alimentos nos horários corretos, além de fazer visitas frequentes ao veterinário e, ao menos uma vez por ano, passar por uma reciclagem do treinamento.
Já o professor de ioga Elias Ricardo Diel, de 36 anos, passou quatro anos esperando por um cachorro até a chegada da cadela Winter, da Austrália. Ela foi trazida a pedido de Diel pelo treinador de cães Fabiano Pereira, que tinha viajado ao exterior para fazer um curso de especialização e poder iniciar o treinamento na Escola de Cães Guia Helen Keller, em Balneário Camboriú (SC).
“Eu precisava de mais independência e queria segurança para me locomover e poder construir uma vida melhor, com mais qualidade. Minha esperança era que Fabiano voltasse e treinasse um cão para mim, mas ele conseguiu trazer a Winter de lá”, afirma Diel, que está com a cadela há pouco mais de 1 ano.
Orientado por Pereira, o próprio Diel faz a reciclagem do treinamento de Winter. “Há comandos e alguns passos que ela precisa seguir para manter a disciplina. Senão, ela esquece e volta a ser um cão normal”, diz Diel.
Cego desde os 16 anos, quando sofreu um acidente de carro, Diel conta que a principal vantagem do cão guia em relação à bengala é a integração social. “Winter é a minha maior relações públicas. As pessoas ficam apaixonadas por ela e conversam comigo. Com a bengala, alguém sempre pergunta se você precisa de ajuda, mas a conversa acaba aí. Todos saem da frente e não falam nada.”
O professor de ioga Elias Diel passou a ser conduzido por Winter há pouco mais de 1ano
Custo do treinamento
Em média, o treinamento demora dois anos e custa o equivalente a R$ 25 mil no Brasil. Os deficientes visuais cadastrados no Projeto Cão-Guia e na Escola de Cães-Guia Helen Keller não pagam pelo animal, mas precisam enfrentar a fila de espera de tempo indeterminado.
A coordenadora do Projeto Cão-Guia, Michele Pöttker, afirma que há cerca de 300 deficientes visuais na fila de espera da instituição. A ONG teria capacidade para entregar 25 cachorros por ano, mas, por falta de recursos, em 2009, preparou apenas quatro. No total, em nove anos, o projeto beneficiou 35 pessoas.
“A solução para treinarmos mais seria o apoio financeiro do governo ou de empresas. Estamos buscando parceiros para dar continuidade ao projeto”, diz.
Já para quem tem dinheiro para adquirir um cão no exterior precisa pagar a viagem e os gastos do período de adaptação de cerca de um mês para integrar animal e dono, além do valor cobrado pelo bicho.
“É complicado e oneroso. Lá fora, os estrangeiros não são prioridade e também podem ficar anos esperando”, afirma Pereira. Ele ressalta que, no exterior, só o cachorro tem um valor médio simbólico de US$ 5 mil, sem contar as despesas de viagem.
Com Mits, Campos conta que consegue desviar de objetos acima do chão
Características para se tornar um cão-guia
Além de saúde perfeita, o animal tem que ser isento de agressividade para se tornar um cão-guia. Segundo Pereira, várias raças podem ser usadas na função, tais como boxer, dálmata e pastor-alemão, mas o que realmente importa é o temperamento. Por isso, 90% dos animais treinados são das raças labrador e golden retriever, reconhecidas como muito dóceis e trabalhadoras. “Quando o leigo vê um labrador, sabe que é um cão bonzinho.”
Assim como Diel, Pereira ressalta que o animal ajuda a inserir o deficiente visual no convívio social. “O papel do cão-guia não é apenas locomover, mas ajudar a integrar o cego na sociedade. Se a pessoa tem um cachorro, outras naturalmente chegam perto e iniciam uma conversa. Com a bengala, o cego fica sempre excluído.”
Serviço Interessados em obter um cão guia, patrocinar ou ser voluntário nos projetos podem entrar em contato com as instituições: Escola de Cães-Guia Helen Keller www.caoguia.org.br Projeto Cão-Guia - ONG Integra (61) 3345-5585/ 3443-0005 caoguiadf@gmail.com Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. http://www.projetocaoguia.com.br/
Fonte: G1
Procura-se Kiara na Mina Brasil
A cachorrinha da raça yorkshire na foto atende por Kiara, tem dois anos e desapareceu nessa quinta-feira no bairro Mina Brasil, proximidades da igreja católica.
Gratifica-se qualquer informação relacionada ao seu paradeiro pelos fones 3433 5360 e 9151 9949 (Norma).
Instale um microchip da Tiscoski e não corra riscos de perder seu pet!
domingo, 30 de janeiro de 2011
Matéria com veterinária da Tiscoski sobre os cuidados com o pet no calor
A temperatura elevada nesta época do ano aumenta a preocupação também com o bem-estar dos animais domésticos. Mas pequenas alterações na rotina garantem a saúde dos cães. "Diferentes do homem, os cachorros não trocam calor pela pele. Respirando é a forma principal de controlar o processo de refrigeração e manutenção do corpo deles", afirma a médica veterinária da Tiscoski Agroshop, Lais Saccol.O processo chamado hipertérmica ocorre quando os cães não têm condições de perder o calor. O risco aumenta para o cachorro filhote, idoso, obeso ou de focinho curto. "As raças boxer, buldogue, pug e lhasa são as com maior dificuldade em manter o equilíbrio térmico", aponta Lais.
O primeiro sinal que o animal precisa de resfriamento é quando se mostra muito ofegante. No quadro de hipertérmica a temperatura corporal pode atingir até 42º C, provocando vômitos, coagulação intravascular disseminada, edemas pulmonares, paradas cardíaca e até mesmo chegar ao estado de coma. Já o contrário pode acontecer, de acordo com a veterinária, os donos que quiserem deixar seus animais no ar-condicionado em temperatura gelada ou ambiente, pode deixar. “O único risco que o cão pode sofrer é se ficar mudando de temperatura, saindo e retornando ao quarto, ele tem que ficar no mesmo local para que seu organismo se acostume, porque as vezes o animal em função da mudança brusca de temperatura pode resultar em uma bronquite”, informa.
Segundo a veterinária, os cães braquicéfalos, que tem o focinho curto, como os Bulldogs, Pugs, Boxers, Shitsus, Lhasas Apso, Boston entre outros, sofrem mais com as altas temperaturas devido à anatômica dificuldade de respirar e perder calor. “Por isso não devemos nunca submeter os cães a situações de intenso calor ambiental, passear em horários muito quentes, ficar dentro de carros parados ou em viagem longas, e outras situações de estresse”, alerta. Nessa época do ano os animais devem ficar em ambiente agradável e sombreado, com água fresca disponível.
Alguns cuidados:
- Não deixe seu cão dentro do carro
- Evite passeios sob o sol forte, principalmente entre às 10 e 16 horas e em locais com gramas e asfalto que dificultam a troca de calor.
- Espalhe bebedouros pela casa
- Coloque uma piscina no quintal
- Aumente a frequencia de banho e tosa
- Passe filtro solar em áreas desprotegidas
domingo, 23 de janeiro de 2011
Cachorros criados em apartamento exigem cuidados especiais
Cães e gatos desabrigados na região serrana do Rio encontram novo lar
Da lama para um novo lar. Animais perdidos em meio ao caos que se tornou a região serrana do Rio, provocado pela chuva que caiu há mais de uma semana, estão sendo adotados por toda parte da cidade.Neste sábado, uma campanha de adoção aconteceu, na loja Bicho Bacana em Copacabana (zona sul). Em apenas duas horas, foi possível encontrar um dono para cada um dos 60 filhotes --entre cães e gatos-- disponíveis no local. Havia fila na porta.
"Gosto muito de cachorro. Já tenho um maltês de 4 anos e resolvi levar esse", contou a dentista Tônia Machado, 28, à Folha. Ela disse que o filhote de vira-lata parecia bem assustado, mas que iria receber muito amor em sua casa, onde mora com o marido e os pais.
"Vou esperar todo mundo vê-lo para decidirmos juntos como o chamaremos".
O organizador do projeto Petshop Legal Doa Animal, Marco Antônio, o Totó, se emocionou ao ver todos os animais indo embora.
"É gratificante ver os filhotes encontrando um novo lar. Tivemos uma ninhada de seis vira-latas que foi encontrada comendo cadáveres três dias após a tragédia. Fiquei muito feliz quando foram adotados", contou.
A campanha começou às 9h e, às 11h, já não havia mais nada. "Eu desci hoje com os filhotes e, quando cheguei já tinha gente esperando", contou Dina Puccini, da ONG Patas e Patas, que faz resgate de animais. "Dina explicou que há hoje cerca de 400 animais cadastrados dentro de um galpão, no bairro de Meudon, em Teresópolis. Eles estão recebendo os cuidados necessários até o dono ou um interessado aparecer.
"Mas se o dono aparecer mesmo após a adoção, o animal tem que ser devolvido", disse Dina.
A campanha continua neste domingo, no Parcão da Lagoa, a partir das 10h, também na zona sul carioca. Somente um filhote pode ser adotado por pessoa.
Quem quiser levar um cachorro ou gato para casa basta apresentar identidade, CPF e comprovante de residência. No local, o interessado faz uma ficha de cadastro e tira foto com o filhote.
"Depois de 30 dias eu ligo para saber se o dono vacinou o animal. Passados mais 30 dias eu ligo para oferecer castração gratuita", explica Totó.
O local, segundo Totó, foi criado há 10 anos para que os cachorros pudessem brincar livremente. A área tem 2 mil m².
Fonte: Brasil Pet Shop
domingo, 16 de janeiro de 2011
Viajando com o seu bicho de estimação

Época do Férias é um momento muito especial para todos nós. Momento de rever a família e os amigos.
Se a viagem for feita de avião, certifique-se junto à companhia aérea quais são os procedimentos. Por questão de segurança, há uma limitação no número de animais por vôo. Sendo assim, a comunicação com a empresa aérea para o agendamento da viagem de toda a família é primordial.
Para as viagens internacionais a documentação é bem diferente com pré-requisitos específicos de cada país. Não se esqueça que, ao regressar para o Brasil, você deve apresentar todas as documentações solicitadas pelas autoridades brasileiras e que, às vezes, não são as mesmas exigidas pelos países estrangeiros. A falta de documentação pode fazer seu animal de estimação voltar para o país de origem (olha a confusão!) e o que era uma viagem em família acaba se tornando um pesadelo.
Fonte: Vira-Lata Amigo
Procura-se Chico nos bairros Próspera e Brasília em Criciúma
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Os cuidados com o cão antes do parto
A cadela gestante precisa de atenção especial, principalmente dias antes do parto que ocorre normalmente entre o 60° e 63° dias após o acasalamento; devendo estar com tudo pronto para evitar estresse no cão e no dono.
O local escolhido deve ser protegido do frio, corrente de vento, do sol e da chuva. Nos primeiros dias de vida, o filhote não é capaz de manter-se aquecido, precisando ficar com sua mãe e irmãos em um local com temperatura adequada.
Outro fator, não menos importante, é a “cama” dos filhotes. No momento do parto e nos primeiros dias seguintes, principalmente em raças grandes, a fêmea pode esmagar os filhotes ao deitar-se sobre eles, pressionando contra a parede. A fim de evitar acidentes, aconselhamos a utilização de uma caixa maternidade. Ela manterá os filhotes juntos, aquecidos e protegidos, principalmente de serem sufocados quando a fêmea deita. As barras presentes evitam que a fêmea encoste-se na parede da caixa. Após 5-7 dias, as barras já podem ser retiradas, aumentando o espaço interno.
Lei sobre tutela animal após morte de dono pode ser aprovada nos EUA
O governador Deval Patrick tem até o domingo para assinar a legislação sobre o "legado animal". O Estado é um dos poucos que não possui uma norma que regula esse tipo de situação.
A lei, proposta em 2008, faz a decisão do dono do animal obrigatória após a morte do proprietário. Atualmente, em Massachusetts, se algum dinheiro for deixado para o animal mas não for regularmente utilizado, não existe nenhum mecanismo legal.
A medida também alivia cidades que precisam gastar verbas com cuidados de animais abandonados quando os proprietários morrem.
Pela legislação, os tribunais poderão interferir se houver uma quantia excessiva destinada ao cuidado do animal.
Segundo a advogada Donna Turly, as pessoas costuma deixar entre US$5 mil e US$ 10 mil para seus bichos de estimação. O custo para incluir esse tipo de previsão em testamento é mínimo.
Fonte: Brasil PET Shopsegunda-feira, 27 de dezembro de 2010
domingo, 19 de dezembro de 2010
Cuidados nos dias mais quentes com seu animal de estimação

A atenção deve ser redobrada nos dias mais abafados. O forte calor no verão pode ser um problema para o pet, que sofre mais do que o humano. As temperaturas ao redor de 40 graus podem causar o golpe do calor, que, de acordo com a raça, gera desconforto e até morte de cães e gatos, especialmente dos mais peludos e obesos.
Algumas ações devem ser evitadas, como passear com o cachorro em horário de sol intenso, deixá-lo no carro ou mantê-lo preso em um espaço da casa com pouca circulação de ar.
"Os cuidados com os animais são simples mas eficazes. Mantenha o animal em um lugar arejado e com sombra, não coloque a vasilha de água sob o sol e tose os cães mais peludos. Em alguns casos, colocar o ventilador perto do animal pode ajudar bastante", relata Roberto Vituzzo, diretor de pet da Eviallis.
Fonte: PET Notícias
Feirinha de adoção retorna em fevereiro
ONG SOS Vira-Lata realizou neste sábado a última feirinha de adoção de animais do ano na Praça do Congresso. Os filhotes devem retornar para o local somente em fevereiro, segundo voluntários da ONG.O calor resultou em pouco movimento na praça. Somente cinco cachorrinhos ganharam um lar. Cerca de 30 continuaram na praça a espera de um novo dono. Os animais também podem ser adotados pelo site da ONG no www.sosviralata.org.br.
Fonte: Portal Engeplus
domingo, 12 de dezembro de 2010
Cães podem ser mais inteligentes que gatos, afirma pesquisa
Os cães serão mais inteligentes que os gatos? Sim, pelo menos é isso que diz um artigo publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, tendo por base um estudo realizado por uma equipa de investigadores do Institute of Cognitive and Evolutionary Anthropology, da Universidade de Oxford.Segundo este estudo, a sociabilização é a chave para o desenvolvimento do cérebro, ao longo de milhões de anos, e o facto de os cães se sentirem bem em grupo favoreceu-os em relação aos gatos, que são mais individualistas.
Estes resultados de comparação entre cães e gatos foram obtidos utilizando alguns testes padrão de aprendizagem nos animais. Temos por exemplo a utilização de equipamentos para disponibilizar alimento, que os cães aprenderam a utilizar com o tempo, ao contrário dos gatos, que nunca utilizaram os meios ao seu dispor para se alimentarem.
E não são só os cães, mas os canídeos em geral. Lobos e raposas, por exemplo, são também bastante astutos e isso deve-se ao facto de pertencerem todos ao mesmo ramo evolutivo, vindo assim comprovar as histórias das raposas matreiras.
Para este estudo, que decorreu durante um ano, foram usados como amostra cerca de 500 espécies diferentes de mamíferos, e conclui-se que nos animais mais sociáveis os seus cérebros tiveram um maior desenvolvimento os longo do tempo. Depois do Homem, foi o cérebro dos macacos que cresceu mais ao longo do tempo, seguido por cavalos, golfinhos, camelos e cães. Em comparação, o cérebro dos gatos e dos veados, por exemplo, animais menos sociáveis, tiveram um menor desenvolvimento no mesmo período de tempo.
Este é, certamente, um tema apaixonante e que pode separar aqueles que gostam mais de gatos daqueles que preferem os cães. Sorte têm os que gostam de ambos, juntam o melhor dos dois mundos e ficam satisfeitos, em qualquer dos casos.
Fonte: Bicharada
domingo, 28 de novembro de 2010
Pesquisa confirma: os cães sabem rir!
Muitos donos de totós já sabiam do fato, mas agora, o caso tem confirmação científica: cães podem dar risadas. Um dos primeiros estudiosos a defender a tese foi o ganhador do Prêmio Nobel de fisiologia de 1973, Konrad Lorenz. O cientista observou que quando convidava seus cachorros para brincar, eles abriam as mandíbulas, mostravam a língua e abriam a boca "quase de orelha a orelha". Tudo isso seguido de um som produzido pela respiração rápida que se assemelhava a "hah, huh hah".
Outra pesquisadora que reforça a tese de Lorenz é Patricia Simonet, da Sierra Nevada College. Sua pesquisa comprova os benefícios da risada de cães em animais de abrigos e foi divulgada durante a 7ª Conferência Internacional de Aprimoramento do Meio Ambiente. Para defender sua tese, a estudiosa gravou com sua equipe o som dos cachorros rindo enquanto brincavam em um parque e testou o efeito da gravação em 15 filhotes.
A mesma gravação também foi utilizada em animais que vivem em abrigos e o resultado foi imediato e contagiante em ambos os casos: os bichinhos se identificaram com a felicidade ouvida e automaticamente ficaram mais alegres. A longo prazo, os animais também deixaram de dar sinais de estresse, ansiedade e mau humor ao ouvirem as risadas de seus colegas de quatro patas.
O professor de psicologia Stanley Coren, parceiro de Patricia na pesquisa, também revelou suas conclusões sobre o estudo. O britânico testou o experimento com seus próprios cães. Quando eles ouviram sons semelhantes a “hah huh hah”, gravados anteriormente, o psicólogo percebeu que os cães levantaram imediatamente e passavam a abanar o rabo animados, ou se aproximavam dos donos.
Fonte: Petmag
domingo, 19 de setembro de 2010
ONGs tentam salvar cães e gatos de rua do Iraque e Afeganistão
Em meio à ofensiva de Fallujah, uma das mais sangrentas da guerra do Iraque, o pequeno Lava tirou a sorte grande.
Achado em uma casa abandonada em 2004, o filhote foi adotado por fuzileiros navais dos EUA. E foi ficando, apesar da rígida proibição militar de alimentar ou manter animais.
Virou protagonista de uma história de amor proibido, contada no livro "De Bagdá, com Muito Amor", que já vendeu 45 mil cópias no Brasil. Nele, o tenente-coronel Jay Kopelman conta a batalha travada até que Lava pudesse ver o mar da Califórnia.
Na mesma guerra, a ex-soldado britânica Louise Hastie encontrou o gato Simba dentro de um saco de lixo.
Pesquisou e descobriu como mandá-lo para o Reino Unido. O feito lhe rendeu pedidos de ajuda, além de fama como "Bagdhad Cat Lady".
Depois, mandou para casa Felix, Pudding e outros. "Acho que minha mãe já não tem lugar pra mais nenhum bicho", diz ela, que trabalha em uma empresa de segurança e fundou a Baghdad Animal Rescue.
A organização uniu-se a outra ONG britânica, a Nowzad, e Louise acaba de se mudar para Cabul, no Afeganistão. Lá, pretende ajudar também burros e cavalos.
As ONGs são mantidas por doações feitas por meio de seus sites, campanhas em redes virtuais e eventos.
Levar um bichinho do Iraque ou Afeganistão para os EUA ou Reino Unido custa, em média, R$ 7.000, incluindo transporte, documentos e vacinas. A lei britânica exige seis meses de quarentena para bichos de fora da UE.
Apesar da burocracia, há quem se anime em salvar um animal das zonas de guerra.
Mas o conselho é: "Procure um bichinho na sua região", diz Terri Crisp, chefe da Operação Bagdá Pup, da SPCA International (Sociedade para a Prevenção da Crueldade contra Animais).
A entidade ajuda militares e trabalhadores de empresas terceirizadas a "importar" animais com os quais têm ligação afetiva. Desde 2007, a SPCA ajudou a levar 265 cães do Iraque aos EUA.
O jornalista John Burns, chefe da sucursal do "New York Times" em Londres, esquece do tempo ao falar sobre a gata Scooter e seus três filhotes -que "viraram" sete durante a quarentena-, que levou do Iraque.
"Não há um dia em que não olho para Scooter e a vejo como um símbolo de sobrevivência e salvação."
ESQUADRÃO DA MORTE
Em Bagdá, não só a guerra e a miséria espreitam os cães de rua. Sob Saddam Hussein, era rotina noturna soldados saírem à caça de cachorros.
Com a derrubada do ditador iraquiano, em 2003, aliada à deficiência dos serviços públicos, o lixo acumulado nas ruas fez as matilhas se multiplicarem. Há estimados 1,25 a 1,5 milhão de cachorros de rua.
Para conter doenças e ataques, Bagdá lançou um programa de abatimento. Com investimento de 35 milhões de dinares iraquianos (R$ 50 mil), 20 equipes com dois atiradores e dois veterinários circulam sacrificando cães. Em julho, o governo anunciou ter exterminado 58 mil cães de rua em três meses.
Fonte: Brasil Pet Shop
